Arquivo de Fevereiro de 2008
Sem Categoria José Anilton em 13 Fev 2008
Dead Pixel em monitores LCD
Stuck pixel e dead pixel são pequenos pontos brilhantes bem visíveis quando o monitor LCD está ligado a um computador cujo fundo de tela é preto ou pontos escuros quando o fundo de tela for branco. Estes pontos podem ter uma única cor ou sofrer variações de coloração.
Pixel é uma unidade composta por três pontos, sendo um azul, um vermelho e um verde. Estes pontos são acesos e apagados de forma independente e em intensidades diferentes de acordo com a tonalidade a ser exibida, sendo que cada ponto pode exibir até 256 tonalidades. O problema ocorre quando estes pixels ficam travados ligados ou desligados originando o que é chamado de dead pixel ou stuck pixel. Lembrando que um monitor LCD exibindo imagens em 1280 por 1024 linhas trabalha com resolução de 1.3 megapixels.
Este problema ocorre na fabricação e não se alastra pelo processo de contaminação, isto é, um dead pixel não danifica um pixel vizinho que está funcionando corretamente.
Trabalhamos com três marcas de monitores. Não tivemos registro de problemas de dead pixel ou stuck pixel em monitores da marca LG. Em monitores da Samsung alguns apresentaram problemas de 1 ou 2 pixels mortos e foram trocados pelo fabricante. Já os monitores da AOC foram os que mais apresentaram o problema citado, enviamos para a assistência técnica da AOC e fomos informados que a fabricante não considera dead pixel como um problema e que os produtos com este defeito não são trocados.
Sem Categoria José Anilton em 04 Fev 2008
Acessando os arquivos mais rapidamente
O HD é um dispositivo eletromecânico responsável pelo armazenamento dos arquivos de um computador. Por ser eletromecânico ele é um dos dispositivos mais lentos se comparado a memória, processador dentre outros, sendo um gargalo no desempenho. Não faz muito tempo a solução adotada para sistemas onde a rapidez na leitura e gravação no HD era fator determinante como no caso de servidores, adotava-se HD’s SCSI, mais rápidos que IDE, se ainda assim fosse necessário um menor tempo nos acessos de leitura e gravação usava-se HD’s SCSI trabalhando em modo RAID. O ganho de desempenho era considerável, mas era também considerável o valor desenbolsado em hardware para a implantação do sistema.
Outras opções menos dispendiosas para quem desejava fazer um sistema RAID, por hardware, era comprar placa mãe com suporte a RAID, normalmente mais caras, ou comprar uma placa controladora RAID.
Atualmente com a popularização dos HD’s serial ATA, quase todos os modelos de placa mãe trazem a interface SATA e dão suporte a RAID, o que possibilita o usuário doméstico fazer uso desta tecnologia sem investimentos caros, neste caso investe-se somente nos HD’s.
Existem várias opções de RAID, mas as duas mais interessantes para usuários domésticos são o RAID 0 e RAID 1. Em RAID 0, se o usuário tiver 2 HD’s de 160 GB, aparecerá para ele 1 HD de 320 GB, sendo que, se o usuário for gravar um arquivo de 500 MB, em cada HD será gravado 250 MB, reduzindo pela metade o tempo de gravação. O mesmo ganho ocorre na leitura.
No modo RAID 1, se o computador tiver 2 HD’s de 160 GB, o usuário verá apenas 1 HD de 160 GB. Neste caso os arquivos gravados em 1 HD são automaticamente gravados também no outro HD, logo este sistema de RAID é indicado para segurança de arquivos. Um backup automático por hardware.
Um usuário que têm 4 HD’s, pode combinar o RAID 0 e o RAID 1, neste caso terá o ganho de desempenho e a segurança proporcionado pelo sistema RAID 0+1.
Lembrando que, estas implementações são simples de serem feitas e requer apenas investimento em discos SATA que atualmente estão com preços bastante acessíveis. Um HD de 160 GB custa aproximadamente R$ 160.